Como fazer um jardim zen

Essas miniaturas de jardins japoneses eram muito populares no final dos anos 90. Vendiam em qualquer lojinha de artigos orientais ou místicos. Pena que de repente elas sumiram. No entanto, o poder de acalmar e desestressar de um pequeno jardim zen continua sendo bem eficiente.

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Catei uma travessa sem uso na cozinha, uma suculenta e pedrinhas na varanda e consegui fazer uma versão mais moderninha e decorativa desse jardim japonês.

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Esse mês, no site da Casa Brasileira, lhe mostro passo a passo para você fazer um igualzinho ao meu! Vamos combinar que qualquer ajuda para desestressar nesses últimos dias repletos de tensão é uma ajuda muito bem-vinda, né?

Quais as diferenças entre os tipos de tinta de parede?

Quando me mudei para o apartamento que moro hoje, contratei um pintor “profissional” que me cobrou uma nota e fez um serviço bem meia boca. Desde então, decidi que dali por diante eu mesma pintaria as paredes daqui de casa quando precisasse.

Com essa minha nova habilidade, aprendi direitinho as diferenças entre os diversos tipos de tinta. Como foi uma coisa que me atrapalhou um pouco no início, achei que seria uma boa ideia compartilhar por aqui. Desta forma, você que está com medo de botar a mão na massa no pincel, pode se sentir mais segura!

tipos de tinta

Tinta Látex – PVA
Essa tinta é a mais comum usada em paredes de ambientes internos. Ela é à base de água (o que é ótimo porque é fácil de limpar das mãos ou de onde respingar), seca super rápido e não tem cheiro forte. O lado ruim é que ela não pode ser lavada, apenas é possível limpá-la com um pano úmido. Uma parede pintada com esse tipo de tinta também não pode levar muito sol.

Tinta Acrílica
Essa é a que faz mais sucesso atualmente. Também é solúvel em água, seca rápido e não tem cheiro forte. É impermeável, o que possibilita ser usada em ambientes externos e em áreas internas mais suscetíveis a água como cozinhas e lavabos.

Existem três tipos de tinta acrílica. A com acabamento fosco é ótima para disfarçar as imperfeições na parede, por esse motivo, é também ideal para quem está se arriscando na pintura pela primeira vez. A desvantagem é que esse tipo de acabamento é o menos resistente à água.

A com acabamento semi-brilho, apesar do nome, é as mais brilhosa. Fica bem bacana quando usada em portas, janelas e outras superfícies de madeira. Em paredes, ela está um pouco em desuso pois destaca qualquer imperfeição e ainda dá um visual meio antiquado ao ambiente. De qualquer forma, pode ser uma boa opção para quartos de crianças e cozinhas já que é a mais fáceis de limpar.

A tinta acrílica acetinada fica no meio termo entre as duas anteriores. Ela tem um brilho suave e dá um efeito mais sofisticado. No entanto, também destaca as imperfeições.

Tinta Esmalte
Essa tinta é indicada para pintar ferro e madeira. Seu acabamento mais comum é brilhante. Não é indicada para paredes pois pode descascar facilmente além de ser mais propensa a formação de bolhas durante a aplicação. Os esmaltes à base de solventes demoram para secar e têm um cheiro bem forte. Os à base de água têm o cheiro mais fraco e secam mais rápido também.

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Tinta Epóxi
É a mais resistente. Aguenta limpeza pesada e pode ser aplicada em locais que tenham contato diretamente com a água como em azulejos de banheiro e paredes de cozinha. Pode ser usada em pisos já que é muito resistente à abrasão também. Ela não é solúvel em água e a sua aplicação é um pouco complicada. Nesse caso,  se você não tiver experiência talvez seja importante investir em mão de obra especializada em tinta epóxi.

Verniz
Produto à base de solvente que forma uma camada protetora e transparente em superfícies de madeira. Está disponível em acabamento fosco, acetinado e brilhante. Existem também opções com cores que pintam levemente a madeira. Há ainda os tipos de verniz que repelem água, como é o caso do verniz marítimo. Esse é ótimo para usar em móveis e pisos de madeira de ambientes externos. A maioria dos vernizes têm um cheiro bem forte, por isso é importante deixar o ambiente ventilado na hora de pintar.

Esses são os tipos de tinta mais fáceis de encontrar nos grandes magazines e provavelmente os mais usados também.

Outra dica valiosa na hora em que você for comprar a sua tinta é usar o conhecimento do vendedor. Pergunte, peça para explicar, tire todas as suas dúvidas! Geralmente eles conhecem muito sobre os produtos. No meu caso, foram uma fonte de conhecimento importantíssima no início. Peça ajuda também para comprar os rolos e pincéis mais adequados. Feito isso, basta proteger os pisos e os móveis e começar a brincadeira. ;)

Fotos: Country Living

“Eu não tenho jeito para fazer essas coisas manuais”. Será mesmo?

Tem gente que acha que nasceu com duas mãos esquerdas. Essas pessoas acreditam que para fazer projetos com as próprias mãos é preciso “ter jeito para isso”, ou seja, é necessário nascer com o dom. Pensam que quem não tem esse talento não consegue fazer nenhum tipo de trabalho manual.

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Ouço esse tipo de crença quase que diariamente desde que comecei esse blog há mais de 8 anos. E preciso dizer: me contorço quando escuto isso. Não acredito nessas afirmações e reverter esse tipo de pensamento é um dos motivos do Casa de Firulas existir.

“Ter jeito” para manualidades tem muito mais relação com botar a mão na massa e tentar repetidas vezes do que nascer com o dom. É mais resultado de esforço e estudo do que de talento nato. E sendo assim esse tal “jeito” é acessível a qualquer um. Basta querer.

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Porém, para ter vontade de tentar, estudar e se esforçar até que um dia o “jeito” flua naturalmente é preciso se apaixonar. E a paixão, minha amiga, essa só aparece quando a gente se dispõe a amar, dar o braço a torcer e tenta! :)

Para criar um clima, esse ano tracei um novo caminho para o Casa de Firulas. Nossa principal missão agora é estimular essa paixão pelo faça você mesmo.  É alimentar o amor de quem já faz e desenvolver o “jeito” de quem ainda dá os primeiros passos. Continuaremos a manter o nosso foco em decoração e em vida prática, no entanto sempre pensando em ideias e soluções que você mesma pode fazer.

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E talvez um dia esse tal “jeito” será uma coisa tão natural a ponto de todo mundo poder botar em prática ideias que emocionam e alegram sem nunca duvidar da sua capacidade.

Vem comigo?