Fofuras de Minas para enfeitar a vida, a vista e a casa

Conheci Minas pela primeira vez com 23 anos. A carteira e o corpitcho bem mais enxutos, fizeram dessa uma viagem frenética com muita caminhada e pouco descanso. Na época gostei mas sempre achei que deveria voltar. E estava certa.

Na minha opinião, Minas é um lugar com um ritmo bem particular. Pessoas amáveis, comidinhas gostosa e paisagens singelas formam uma combinação perfeita e que me veste muito bem. O fato é que depois dessa última viagem, Minas definitivamente ganhou um pedacinho do meu coração.

O meu roteiro incluiu 4 cidades: Belo Horizonte, Tiradentes, Ouro Preto e Brumadinho entre os dias 21 e 29 de Dezembro.

Passear pelas cidades históricas é querer voltar pra casa e encher a morada de móveis rústicos, oratórios, bordados e mais um monte de coisa bucólica que só se vê por lá.

Por todo canto que se olhe tem uma coisa meiga na decoração. Fiz um apanhado de coisas que colocaram um sorriso no meu rosto por lá. Foram muitas. Selecionei algumas para mostrar e quem sabe inspirar e fazer aflorar o “minerin” que existe em você.

A pessoa tava tão louca do juízo e precisando de descanso que deixou a máquina em casa. Uma pena pois este é um dos lugares mais altamente fotografável do Brasil. Então todas as imagens do são de celular (me julguem) ;)

Minas Gerais

1 – Coleção de latinha no Café com Letras do CCBB de Belo Horizonte. O Café com Letras é um restaurante/bar/livraria massa demais fomos nas duas filiais e adoramos! A decoração é fofa, a música legal e a comida deli!

2 e 3 – Piso lindo e escada de ferro de babar do Memorial Minas Gerais na praça Tiradentes também em Belo Horizonte. Passeio superlegal. Na praça Tiradentes Liberdade (obrigada Naiara e Isabela pela correção) tem vários museus que valem a entrada.

4 – O artesanato do Vale do Jequitinhonha é original e bem bonito. No Memorial Minas Gerais tem várias peças.

Tiradentes

5, 6 e 7 – Esse é a loja mais incrível que fui em toda a viagem. Ela chama Oficina de Ourives Santíssima Trindade fica no Largo das Forras em Tiradentes. Apesar do nove não se fabricam mais objetos de ouro dentro dela. O que tem dentro, então? Lindezas de todas as formas, materiais e tamanhos amontoados em uns 5 ambientes da casa. É difícil decidir o que levar para casa com tanta coisa. Mas vale muito a pena! Os preços assim como os artigos são lindos. Para vocês terem ideia, essas mãos francesas de ferro da primeira foto custavam R$28,00 cada. Fiz umas comprichas que mostro depois ;)

8 – A pia de bacia de ágata e a parede de chita são de uma loja tchubaruba de Doces e molhos caseiros em Tiradentes. Lindo!

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9, 10 e 11 – Bordados delicados nas cortinas das janelas deixam qualquer ambiente mais precioso e meigo.

12 – O lustre de madeira estava da Casa dos Contos, um passeio legal de fazer em Ouro Preto.

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13 – Placa de uma loja pintada a mão. Vi muitas coisas pintadas a mão por lá. Singelo, simples e fofo.

14,17 e 18 – Uma das coisas que motivaram essa viagem foi Inhotim. Estava louca para conhecer o Instituto de artes ao ar livre. O Lustre de “refris” estava em uma das lanchonetes. Adorei a combinação de cores na obra da foto 17 (a copiar em breve) e os vasinhos em formato de letra de Marila Dardot ganharam meu coração.

15 – Uma parede descascada e com pintura velha pode funcionar, como prova o restaurante delícia O Passo em Ouro Preto

16 – O Espaço do Conhecimento em Belo Horizonte mostra como o nosso planeta surgiu e vem evoluindo… Me apaixonei pela parte em que contam as várias teorias do surgimento do homem toda feita em papel! Maravilhoso!

Deu ou não deu pra inspirar algumas ideias legais?!

Começou a temporada de luzes de Natal!

E enfim chega aquele momento tão esperado do ano: é hora de repor os estoques de luzinhas de natal para colocar em prática os trocentos projetos DIY iluminados que a gente tanto ama!

As lojinhas do centro de São Paulo já estão cheias de opções bem bacanas de luzes básicas de várias cores e tamanhos, daquelas ideais para cobrir com o que quiser, e de luzes de vários formatos diferentes para simplesmente enfeitar a casa do jeitinho que está.

Fotografei par vocês as que mais gostei durante um passeio pela região da 25 de março no último sábado. Querem ver?

luz de natal

Essa flor de cerejeira branquinha quase ganhou meu coração. Também fiquei fã dessas lanternas com uma pegada mais oriental. Mas a que ganhou meu coração foi mesmo as bolotas grandes, que como são de plástico brancas deixas as luzes coloridas num tom meio pastel superdelicado! O caixinha com 20 lâmpadas-bolas custos R$ 25,00.

Todas essas luzes das fotos são de led. Isso é ótimo pois gasta menos energia e se queimar uma as outras continuam funcionando, diferente das luzes tradicionais de antes.

As fotos foram tiradas na loja Karina que fica em uma galeria na rua Barão de Duprat e na loja Miss Paty, uma travessa da rua 25 de março, as duas no centro de São Paulo. Mas várias outras lojinhas tinham luzes iguais. E como a 25 de março costuma ditar “moda” de decoração natalina para todo o país, em breve deve ter algo parecido no comércio popular da sua cidade.

Qual você gostou mais?

O centro da cidade e os doces portugueses – Passeando por aí

Tenho uma fixação por centros de cidades. Quando morava em Recife passava horas passeando pelas ruas centrais sempre muvucadas e cheias de histórias. Em São Paulo não é diferente. Troco fácil qualquer passeio por uma boa batida de perna pelo centro.

Sábado passado marido estava de plantão trabalhando e resolvi passear pela rua (quem também chama centro de “rua”? rsrs). O plano era ir na 25 de março comprar umas coisas que precisava e depois dar uma volta.
Comecei com a 25. Programa super não aconselhável para o sábado. O verdadeiro retrato do inferno. Por esse motivo resolvi tudo que tinha pra fazer beeem rapidinho.

Depois da 25 de março, passei na frente do Páteo do Colégio. O dia estava ensolarado e bonito e me dei conta que nunca havia entrado lá. Pois bem, entrei, visitei o museu e por fim tomei um lanche no café de lá que é superagradável!

Saindo do Páteo resolvi ir na Daiso que fica pertinho. A Daiso é aquela loja japonesa que já falei por aqui. É oficialmente o paraíso dos brebotes fofos e nem sempre úteis.

A Daiso fica na rua direita, uma via calçada e exclusivamente para pedestre com todas aquelas lojas populares que a gente adora.

Depois de bater perna por quase 3 horas, já estava voltando pra casa quando cruzei com uma loja bonita enorme e cheia de gente. Cruzei a porta de entrada e fique encantada. Tratava-se da Casa Mathilde, uma loja de doces portugueses.

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Lá dentro descobri que a loja, que abriu há três meses, é uma filial de uma casa original da região de Ranholas em Portugal. Segundo conta a história escrita por todos os cantos da loja, a fábrica fundada em 1850 era responsável por fornecer queijadas ao rei D. Fernando II.

Me guiei pelo fluxo e quando vi já estava na fila para comprar os doces. Gente, são tantas opções que não consegui escolher uma :( como já estava cansada optei por levar para casa, assim podia dividir minha gula com Márcio.

Mas quero voltar em breve para comer lá mesmo pois o ambiente é supergostoso!

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Comprei um tradicional pastel de belém, uma queijada da Mathilde, um travesseiro de Sintra e um palmier!

Todos absurdamente deliciosos e aprovadíssimos! Mas desenvolvi uma paixão especial pela queijada, que é feita de ovos e amêndoas e tem uma textura que lembra um pouco o quindim.

casa mathilde-01

A Casa Mathilde ganhou lugar fixo no roteiro dos meus passeios pelo centro e virou lugar obrigatório para levar todos os amigos que vêm visitar São Paulo!

Casa Mathilde
Praça Antônio Prado, 76 – Centro – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3104 7955