Miniso – O que tem na nova rede japonesa que abriu no Brasil?

Se você é de São Paulo ou acompanha as redes sociais de algumas blogueiras sabe que recentemente abriu por aqui as lojas da Miniso, uma rede japonesa que vende produtos para o dia a dia. A inauguração da rede de lojas no Brasil há alguns meses causou um rebuliço com direito a presença de atores globais e filas enorme.

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Mas o que essa rede que possui mais de mil lojas espalhadas pelo mundo tem de tão especial? Basicamente produtos bonitos por um preço baixo. Já visitei a loja do Shopping Ibirapuera e a do Shopping Center 3 e o que mais me chamou atenção foi a qualidade dos produtos, o design legal e o preço amigo (os preços dos produtos da Miniso variam de R$4,90 a R$200).

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Para casa você vai encontrar toalhas, organizadores ótimos, relógios de mesa, forminhas, varais, algumas coisas para festa e não muito mais que isso por enquanto (acredito que o estoque está meio defasado porque tudo está acabando muito rápido!).

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Outros produtos que achei muito interessante por lá também:

Meias de qualidade por R$9,90
Curvex por R$9,90
Mochilas por R$49,90
Carteiras por R$19,90
Cadernos por R$9,90
Guarda-chuvas bem compacto e com proteção UV por R$34,90 (comprei um!)
Doleira para viagem por R$ 14,90 (daquelas bem boas que em lojas de malas custam supercaro)
Conjunto de bolsas para organizar mala por R$29,90

Qual a maior diferença entre a Miniso e a já amada rede de lojas Daiso Japan? A Daiso tem os preços um pouco mais baixos e mais produtos menores e mais simples como artigos para cozinha e papelaria. A Daiso tem também mais quinquilharias. Já a Miniso tem uma cartela menores de produtos. Eu ainda prefiro a Daiso mas acho que a Miniso tem potencial para ser uma forte concorrente no meu coração! :)

Foi na Miniso e comprou algo legal? Compartilha com a gente!

Crédito: Foto 1

Uma casa de 1915 em Canela – O que perdemos e ganhamos com o tempo

Em maio, passei uma semana em Canela, na Serra Gaúcha. Foi uma delícia de viagem e foi impossível não se encantar com a arquitetura cheia de influência alemã. Já mostrei um monte de coisas lá no Instagram do blog (Não creio que você ainda não segue?! :O). No entanto, queria muito fazer um post específico de uma casa que ganhou meu coração: O Castelinho Caracol.

Trata-se de uma construção encomendada por uma podre de ryca abastada família alemã, finalizada no ano de 1915 e que se mantém preservada até hoje. O lugar é tão incrível que a família Frazen, dona do local até hoje, resolveu abri-la para visitação. A casa foi transformada em um verdadeiro museu sobre a forma de morar do início do século passado.

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A casa da família Frazen foi construída com dois andares, 12 cômodos e pé-direito de 4,35 m. Ela é inteiramente feita de madeira de araucária e com um sistema de encaixes, longos parafusos e sem nenhum prego! A madeira usada na construção da casa também recebeu um tratamento especial para ficar mais resistente: ficou submersa durante seis meses nas águas de um rio e depois mais seis meses secando na sombra. Sim, havia menos pressa.

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Durante esse passeio o que mais chamou a minha atenção naquele estilo de vida é que havia menos distrações nos ambientes. Todos os cômodos estavam na função para a sua razão de ser. A sala de jantar servia, olhem só, para jantar! O quarto para o descanso, o banheiro para a higiene e assim por diante. Lamentei que perdemos isso com o tempo. Sim, eu sei, muito disso é culpa dos nossos espaços diminutos que nos obrigam a enfiar o home office no quarto, uma televisão na sala de estar e o quarto de brinquedos no lugar que as crianças dormem. Mas já pensou que vida tranquila não ter que encavalar os espaços e poder dar dedicar-se exclusivamente às atividades de cada ambiente? E ainda vendem o mindfulness como uma coisa nova! rs :D

Castelinho_Caracaol_5 Isso no fogão era Strudel de maça (maravilhoso, por sinal!) e chá de maça (que não provei lá mas trouxe pra fazer em casa!).

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Senti uma inveja danada desse atelier bem iluminado e com uma mesa enorme para as costuras e manualidades.

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Mas então “antigamente é que era bom”? Não exatamente. Basta dar uma olhadinha no quarto de utensílios para ficar feliz em viver no século XXI: uma geladeira de cerca de um metro, batedor de manteiga e ferro a carvão, entre outras “modernidades”.

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Isso sem falar que não pude ignorar que em quase todos os cômodos relacionados às atividades domésticas tinha um bercinho ou um cavalinho de criança. Ou seja, se hoje com microondas e lava-louças a gente sofre pra dar conta das crias, imagina naquela época.

Bom seria se conseguirmos resgatar o que de bom tínhamos no passado, mas sem perdermos nossas pequenas conquistas cotidianas. Será que é possível? O que você acha?

Passeando por aí: Tok&Stok

Eu tenho uma relação um pouco estranha com a Tok&Stok. Amo passear pelas lojas, ver os ambientes que eles montam para me inspirar e adoro a parte chamada de “autoserviço” cheia de peças incríveis, no entanto tenho um pouco de bode dos móveis.

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Vou explicar melhor. Apesar de achar tudo lindo, a primeira e única vez que comprei um móvel na Tok&Stok não deu muito certo.

Quando montei meu primeiro apê aqui em São Paulo, sonhava com uma cadeira específica da loja. Meu dinheiro era super contadinho mas mesmo assim compramos a tal cadeira. Não deu um mês de uso e a danada deu defeito.

O atendimento ao cliente da loja foi ótimo e prontamente substituiu a peça por outra nova. Só que apareceu o mesmo problema de novo. O defeito era do modelo da cadeira mesmo.

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A loja mais uma vez foi prestativa e me ofereceu uma nova troca. Da segunda vez troquei a tal cadeira por duas outras de um modelo mais simples. Usei as novas por algum tempo e desta vez deu tudo certo, mas fiquei frustrada sem a cadeira no modelo que eu tanto queria.

Enfim, nessa mesma época ouvi de vários amigos histórias bem parecidas e desisti de comprar outros móveis por lá para montar a casa nova.

Isso já faz quase 10 anos e não posso falar sobre a qualidade dos móveis hoje em dia pois, desde então nunca, mais arrisquei comprar outro móvel da marca. No entanto, o ótimo atendimento nas trocas, me fez continuar frequentando a loja, simpatizando com a marca e me manteve uma fiel consumidora da parte de “autoserviço”. Tenho artigos dessa seção da loja por toda a minha casa.

E foi em um passeio procurando novos artigos legais desse setor que fotografei alguns achados legais para mostrar por aqui.

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Sem dúvida algumas das coisas mais legais da Tok&Stok são as coleções assinadas ou em parceria com algum designer ou empresa. Essa coleção infantil das fotos acima foi criada em conjunto com a marca infantil Fábula e está uma coisa linda.

Geralmente os preços dessas coleções não são dos mais convidativos. O que eu faço quando eu gosto muito de alguma peça de uma coleção especial da Tok&Stok e ela não cabe no meu bolso, é esperar um tempo. Quase sempre elas entram em promoção quando deixam de ser novidade.

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A loja está cheia de produtos com um estilo industrial e no tom cobre da moda. Adorei essa prateleira redonda! (R$199,50)

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Também adoro essa coleção linda e poética de Mana Bernardes que é quase fixa de tanto tempo que está lá. Comprar vários vasos coração e cebola flutantes dessa coleção é um dos meus sonhos de consumo.

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Achei uma prateleira linda por um preço justo na seção de nichos e prateleiras e sempre encontro boas oportunidades na parte de molduras, quadros e porta-retratos.

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Para terminar, dois achados legais em promoção: Sousplats coloridos por menos de R$10,00 e castiçais lindos por R$34,95 cada. Esses últimos, apesar de estarem com um preço até que bem bom, me chamaram a atenção mesmo pelo fato de ser uma ideia ótima para um projetinho “faça você mesmo”. Você não acha?

Observação: Preços pesquisados em abril de 2017 na Tok&Stok do Shopping Metro Santa Cruz – São Paulo – SP.