ModaHack – Eu quero bolso!

O Dia da Mulher, até poucos anos atrás, era para mim um dos dias mais chatos do ano, era um dia para se ganhar muitos parabéns aleatórios, uma flor ou um chocolate no trabalho, e se eu desse muita, mas muita sorte, ganharia também um cartão cor de rosa para me lembrar de como eu sou feliz em ter um dia dedicado ao meu gênero. Também era um dia cheio de falas requentadas para me lembrar que os outros 364 dias do ano “pertenciam aos homens”.

Porém, a minha relação com o 8 de março tem mudado, é até estranho parar e pensar nisso, mas, de uns anos para cá eu tenho ficado feliz, aguardando a chegada deste dia. Fico pensando em todos os eventos legais que vão acontecer na cidade e nas discussões construtivas que inundarão a minha timeline. Aquele dia chato de outrora, se transformou em um dia perfeito para falar com as amigas, marcar um café, bater um papo (online ou ao vivo), e construir esse universo de significados e lutas atrelados ao que é ser mulher.

Este ano, uma das discussões bacanas, e que acho que vale muito a pena replicar, começou com a pergunta: “Porque as roupas femininas possuem tantos bolsos falsos ou muitas vezes nem tem bolso nenhum?”. Essa pergunta ficou martelando no chat por algumas semanas… Porque? Porque?? Será que não precisamos de bolsos? Bom, rapidamente o coro falou em uníssono: “Precisamos sim!”. Será que é porque não queremos bolsos?? E o coro novamente: “Queremos sim!!”. Então porque não temos bolsos como precisamos e gostaríamos?

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Partindo desta premissa, nasceu a campanha: Eu quero bolso! para responder todas essas questões e ajudar a mulherada a conquistar a sua independência. Pensando nisso, a Lu e a Matina, integrantes do Coletivo Mola, organizaram nesta página (http://www.coletivomola.com.br/eu-quero-bolso) tudo o que você sempre quis saber sobre os bolsos e nunca teve a quem perguntar. Tem tutorial dando a dica forte de como hackear sua calça sem bolso, tem história do bolso na moda, e tem também uma pesquisa de pochetes lindas, modernas e estilosas para resolver qualquer problema de armazenagem.

Então, se neste Dia da Mulher alguém perguntar, pode dizer que vai ter bolso e vai ter moda hack sim!!!!

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Como será o amanhã? O Carnaval 2017 do Casa de Firulas

O Carnaval tá aí batendo na porta, e como eu tava devendo uma nova visita a esta casinha, resolvi retornar a pedido de Mirella com uma playlist oportuna e feita de madeira de lei que cupim não rói.

Segue abaixo uma seleção musical para quem ama o Carnaval, mas por quaisquer motivos que sejam – Preguiça? Cansaço do trabalho? Medo de ladrão? Estar velho demais para isso? Na vibe de ficar em casa mesmo? – vai trocar as ruas cheias, as fantasias e as cachaças por um sossego na sala de estar.

E justamente por isso a seleção alterna momentos felizes e ligeiros com alguma malemolência mais arrastadinha. É um Carnaval para curtir na maciota em casa, enfim.

Quem tem o aplicativo do Spotify pode ouvir por ele também.

Se beber, não dirijam.

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Casas pequenas e itinerantes

Dizem que para uma viagem leve e proveitosa é necessário uma bagagem pequena. Essa é a filosofia principal da marca francesa de casas pré-moldadas Baluchon. Eles produzem casas pequenas de madeira sob rodas. O design e a funcionalidade das criações são incríveis!

Dos 4 modelos disponíveis, essa foi a minha preferida. Chama Odysse e, além de linda, é perfeita porque cabe Márcio, Dora e eu! #eumeiludindo :)

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As casas são equipadas com banheiro seco, aquecimento, entrada para abastecimento de água, refrigerador e instalação elétrica.

Já existe na França um movimento chamado Tiny House Movement que defende que viver nesse tipo de moradia significa ser livre para estar onde quiser e, ao mesmo tempo, continuar no conforto do lar. Eles enumeram ainda mais vantagens de morar em casas pequenas e itinerantes:

  • Gastar menos tempo e dinheiro para comprar, manter e limpar a casa. E ter mais tempo e dinheiro para viajar e curtir a vida.
  • Ter uma vida com mais consciência ecológica já que a casa consome bem menos insumos na sua construção.
  • Viver em uma casa muito funcional já que tudo é construído de forma que otimize o máximo possível os espaços.
  • Não precisar de licenças especiais para construir, nem de financiamentos caro para viabilizar a compra da casa.
  • Ter uma vida que viabiliza a vida na natureza, já que morando em uma dessas casas pequenas você passa mais tempo de lazer ao ar livre.

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Eu achei tentador esse estilo de vida. Não sei se para sempre, mas eu bem que aceitava morar assim por uns anos. Mandei até o link pra Márcio. As casas pequenas sem as móbilias custam em média 500 euros! Vai que ele se anima! :D

Se você quiser conhecer mais sobre as casas pequenas da Baluchon clique aqui.